Minha vida poderia ter sido bem normal para uma brasiliense, mas decidi que não. Há 5 anos troquei a estabilidade dos concursos públicos, pela instabilidade de viver de música (on the road), e levei a sério. Apesar de gostar muito de festivais, sempre carreguei uma pulga atrás da orelha que não me deixava em paz: por que ficar na plateia se eu tenho muito mais a oferecer estando no palco? Comecei minha jornada como DJ, mas logo senti que só tocar a música dos outros era pouco. Entrei de cabeça no quebra-cabeça da produção musical e tive como resultado meus remixes de bandas como Pearl Jam, Bakar e Gilsons e músicas autorais, provando que não tenho medo de misturar as coisas. No entanto, meu maior charme não está nas minhas músicas produzidas, mas sim, na minha versatilidade e meu senso de intuição sonora aguçada, tanto com o público quanto com o ambiente. Nas minhas apresentações, toco as músicas que o público nem sabia o que queria ouvir, como se eu tivesse h